Ministro Edson Fachin e vereadora de SP Erika Hilton participam da abertura de curso sobre proteção jurídica a pessoas trans

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Uma parceria entre a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) e o Tribunal Regional Federal da 3ª Região lançará o 1º curso inédito do Brasil chamado “A proteção jurídica às pessoas transgêneras” para magistrados. As inscrições vão do dia 31 de maio ao dia 8 de junho e podem ser feitas através deste link.

O objetivo é trazer discussões sobre a garantia de direitos às pessoas trans e promover o entendimento entre magistrados na hora de tomar decisões.

A abertura contará com a presença do ministro Edson Fachin, a deputada do PSOL Erika Hilton, a ativista da causa trans Bruna Benevides, além da presença de juízes e desembargadores.

AS INSTITUIÇÕES

A ANTRA foi fundada em 2000, na cidade de Porto Alegre, e se define como uma rede de organização política de pessoas trans no Brasil. Com longo histórico na criação de parcerias e desenvolvimento de projetos, atua na linha de frente da promoção de políticas públicas que formem a cidadania plena dos integrantes da sua comunidade brasileira. Além da construção de representatividade política na relação com mais de 120 instituições em todo o Brasil, a ANTRA age como voz que denuncia a marginalização da comunidade, na promoção de encontros e congressos para a discussão da transexualidade no país e na educação sobre gênero e sexualidade.

Já a Micro Rainbow Brazil é uma célula da Micro Rainbow International Foundation, fundada em Junho de 2012, no Reino Unido. Sob o lema “mudando a vida das pessoas, uma de cada vez“, atua em diversos países do mundo na solidificação de ações que alcem a comunidade LGBTQIA+ a patamares mais próximos das classes mais privilegiadas, horizontalizando as oportunidades básicas de uma existência digna.

“Não só no Brasil, mas no mundo, as pessoas LGBTs encontram mais dificuldade do que o normal para entrar no mercado de trabalho, devido ao conjunto de discriminações às quais estão expostas. Vimos que tinha muita gente com potencial para empreender, mas sem os instrumentos necessários. Como critério, estabelecemos que o interessado já deve ter algum empreendimento sendo desenvolvido. E queríamos evitar que eles passassem por discriminação nos cursos que já existem, criar uma rede entre eles”, esclarece Lucas Paoli, gerente de projetos da Micro Rainbow no país, em entrevista ao jornal O Globo.

O 1º Curso de Empreendedorismo da Micro Rainbow Brazil aconteceu em 2015 e, desde então, o projeto já formou mais de 200 alunos e alunas.



Jusbrasil

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